- Sabe, assim...vem do nada, ou melhor, veio do nada (ficou), tomada por uma sensação inexplicável que paulatinamente se petrificou no fundo do peito.
(Ahhh, como isso me felicita)...Sabe lá Deus, quanto tempo irá durar..."QUE SEJA ETERNO ENQUANTO DURE", apesar de muita paciência, talvez isso seja o motivo de tais sensações e sentires.É um recipiente de desejos e lembranças, por pensar constantemente nas minhas fraquezas...Nomeio essa sensação de Paz, tranquilidade, saúde e muito, muito, muito AMOR. Minha enorme satisfação foi tudo o que fiz, ou pelomenos tudo o que achei que deveria ter feito.
O que me resta é aguardar e desfrutar dessa sensação flutuante e viver, e ver o que ainda vai acontecer...
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
sexta-feira, 24 de julho de 2009
" O passado é história, o futuro um mistério, o presente uma dádiva, por isso se chama presente"
(Kung fu Panda)
- " Acreditei nisso, e foi o dia de tomarmos o melhor vinho, de ousar do chocolate meio amargo, ter uma conversa de botas batidas, e amar, amar até o fim. Assim desvendar a prosa até estar bem...Sem saber que um dia o fim vai chegar..."
(Kung fu Panda)
- " Acreditei nisso, e foi o dia de tomarmos o melhor vinho, de ousar do chocolate meio amargo, ter uma conversa de botas batidas, e amar, amar até o fim. Assim desvendar a prosa até estar bem...Sem saber que um dia o fim vai chegar..."
terça-feira, 14 de julho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
domingo, 15 de março de 2009
A nós, nada engana .
sexta-feira, 6 de março de 2009
- Teoria dos meses.
Enquanto tudo apaga, você vai acendendo, ascendendo.
Falamos de Março, da perdição. Mas Janeiro continua sendo o pior dos meses. A nostalgia do que deveria ter acontecido, e de fato não aconteceu. Enaltecedor perceber que em Janeiro, Fevereiro, Março nossas carnes são mortas, vive-se a pulsante sensação de alegria e descompromisso, descompasso.
Morre-se por dentro, a superficialidade domina nossas ações, e somos tomados pela vontade de descanso eterno. Perdemos valores e éticas, e até desaprendemos a escrever. Tudo é retomado lentamente, até que o muro de Janeiro vá-se sumindo, e novamente buscamos Janiero.
Janeiro é o mês das novas, das más ou boas novas. janeiro é o mês da terrível adaptação entre o que você era - e o que deixou de ser, e talvez a terrível constatação que continua sendo o que era.
Uma perda de Janeiro nunca é esquecida, Janiero é um mês de amores - de- verão, e se o verão acaba, o amor, talvez acabe. O amor acompanha os meses, quanto mais calor, derrete mais rápido.
Janeiro, é o mês de morrer e nascer, morre-se mais do que nasce-se.
Janeiro, eu nunca esqueço.
ps: Lari, ótimo texto. Me senti com vontade de falar de meses.
Falamos de Março, da perdição. Mas Janeiro continua sendo o pior dos meses. A nostalgia do que deveria ter acontecido, e de fato não aconteceu. Enaltecedor perceber que em Janeiro, Fevereiro, Março nossas carnes são mortas, vive-se a pulsante sensação de alegria e descompromisso, descompasso.
Morre-se por dentro, a superficialidade domina nossas ações, e somos tomados pela vontade de descanso eterno. Perdemos valores e éticas, e até desaprendemos a escrever. Tudo é retomado lentamente, até que o muro de Janeiro vá-se sumindo, e novamente buscamos Janiero.
Janeiro é o mês das novas, das más ou boas novas. janeiro é o mês da terrível adaptação entre o que você era - e o que deixou de ser, e talvez a terrível constatação que continua sendo o que era.
Uma perda de Janeiro nunca é esquecida, Janiero é um mês de amores - de- verão, e se o verão acaba, o amor, talvez acabe. O amor acompanha os meses, quanto mais calor, derrete mais rápido.
Janeiro, é o mês de morrer e nascer, morre-se mais do que nasce-se.
Janeiro, eu nunca esqueço.
ps: Lari, ótimo texto. Me senti com vontade de falar de meses.
domingo, 1 de março de 2009
Março
Março não é a estação do “verão”, mas é da perdição
- É o idealismo nos olhos e dois pés no chão da realidade. Simplesmente a emoção com um telefonema, a canção suave, um bom filme, o gesto mais angelical de ternura e carinho, o abraço apertado...um afago.
Março é saudade, é vivência, é gesto de emoção que fluem naturalmente de dentro de seu ser!
Foi o compromisso difícil e inadiável, por mais “desgastante que foram as manhãs.
Março foi a estação da perdição, foi o maior espetáculo no “teatro da existência”, esperança e frustração sempre juntos. Noite longa...porém um belo amanhecer, ansiedade por alguma mazela. São imprevisíveis e inevitáveis.
Foi desejo incessante, poder infinito. Amor sem fronteiras, tudo fez. Março não foi a estação do verão, mas foi da perdição...
- É o idealismo nos olhos e dois pés no chão da realidade. Simplesmente a emoção com um telefonema, a canção suave, um bom filme, o gesto mais angelical de ternura e carinho, o abraço apertado...um afago.
Março é saudade, é vivência, é gesto de emoção que fluem naturalmente de dentro de seu ser!
Foi o compromisso difícil e inadiável, por mais “desgastante que foram as manhãs.
Março foi a estação da perdição, foi o maior espetáculo no “teatro da existência”, esperança e frustração sempre juntos. Noite longa...porém um belo amanhecer, ansiedade por alguma mazela. São imprevisíveis e inevitáveis.
Foi desejo incessante, poder infinito. Amor sem fronteiras, tudo fez. Março não foi a estação do verão, mas foi da perdição...
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