terça-feira, 14 de julho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
domingo, 15 de março de 2009
A nós, nada engana .
sexta-feira, 6 de março de 2009
- Teoria dos meses.
Enquanto tudo apaga, você vai acendendo, ascendendo.
Falamos de Março, da perdição. Mas Janeiro continua sendo o pior dos meses. A nostalgia do que deveria ter acontecido, e de fato não aconteceu. Enaltecedor perceber que em Janeiro, Fevereiro, Março nossas carnes são mortas, vive-se a pulsante sensação de alegria e descompromisso, descompasso.
Morre-se por dentro, a superficialidade domina nossas ações, e somos tomados pela vontade de descanso eterno. Perdemos valores e éticas, e até desaprendemos a escrever. Tudo é retomado lentamente, até que o muro de Janeiro vá-se sumindo, e novamente buscamos Janiero.
Janeiro é o mês das novas, das más ou boas novas. janeiro é o mês da terrível adaptação entre o que você era - e o que deixou de ser, e talvez a terrível constatação que continua sendo o que era.
Uma perda de Janeiro nunca é esquecida, Janiero é um mês de amores - de- verão, e se o verão acaba, o amor, talvez acabe. O amor acompanha os meses, quanto mais calor, derrete mais rápido.
Janeiro, é o mês de morrer e nascer, morre-se mais do que nasce-se.
Janeiro, eu nunca esqueço.
ps: Lari, ótimo texto. Me senti com vontade de falar de meses.
Falamos de Março, da perdição. Mas Janeiro continua sendo o pior dos meses. A nostalgia do que deveria ter acontecido, e de fato não aconteceu. Enaltecedor perceber que em Janeiro, Fevereiro, Março nossas carnes são mortas, vive-se a pulsante sensação de alegria e descompromisso, descompasso.
Morre-se por dentro, a superficialidade domina nossas ações, e somos tomados pela vontade de descanso eterno. Perdemos valores e éticas, e até desaprendemos a escrever. Tudo é retomado lentamente, até que o muro de Janeiro vá-se sumindo, e novamente buscamos Janiero.
Janeiro é o mês das novas, das más ou boas novas. janeiro é o mês da terrível adaptação entre o que você era - e o que deixou de ser, e talvez a terrível constatação que continua sendo o que era.
Uma perda de Janeiro nunca é esquecida, Janiero é um mês de amores - de- verão, e se o verão acaba, o amor, talvez acabe. O amor acompanha os meses, quanto mais calor, derrete mais rápido.
Janeiro, é o mês de morrer e nascer, morre-se mais do que nasce-se.
Janeiro, eu nunca esqueço.
ps: Lari, ótimo texto. Me senti com vontade de falar de meses.
domingo, 1 de março de 2009
Março
Março não é a estação do “verão”, mas é da perdição
- É o idealismo nos olhos e dois pés no chão da realidade. Simplesmente a emoção com um telefonema, a canção suave, um bom filme, o gesto mais angelical de ternura e carinho, o abraço apertado...um afago.
Março é saudade, é vivência, é gesto de emoção que fluem naturalmente de dentro de seu ser!
Foi o compromisso difícil e inadiável, por mais “desgastante que foram as manhãs.
Março foi a estação da perdição, foi o maior espetáculo no “teatro da existência”, esperança e frustração sempre juntos. Noite longa...porém um belo amanhecer, ansiedade por alguma mazela. São imprevisíveis e inevitáveis.
Foi desejo incessante, poder infinito. Amor sem fronteiras, tudo fez. Março não foi a estação do verão, mas foi da perdição...
- É o idealismo nos olhos e dois pés no chão da realidade. Simplesmente a emoção com um telefonema, a canção suave, um bom filme, o gesto mais angelical de ternura e carinho, o abraço apertado...um afago.
Março é saudade, é vivência, é gesto de emoção que fluem naturalmente de dentro de seu ser!
Foi o compromisso difícil e inadiável, por mais “desgastante que foram as manhãs.
Março foi a estação da perdição, foi o maior espetáculo no “teatro da existência”, esperança e frustração sempre juntos. Noite longa...porém um belo amanhecer, ansiedade por alguma mazela. São imprevisíveis e inevitáveis.
Foi desejo incessante, poder infinito. Amor sem fronteiras, tudo fez. Março não foi a estação do verão, mas foi da perdição...
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Moça
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
'Hoje
Eu hoje tive um pesadelo e levantei a tempo. Eu acordei com medo e procurei no escuro alguém com seu carinho e, lembrei de um tempo. Porque o passado me traz uma lembrança do tempo que eu era criança e, o medo era motivo de choro, desculpa pra um abraço ou consolo. Hoje eu acordei com medo, mas não chorei, nem reclamei abrigo. Do escuro eu via um infinito sem presente, passado ou futuro. Senti um abraço forte e já não era medo, era uma coisa sua que ficou em mim, que não tem fim. De repente a gente vê que perdeu ou está perdendo alguma coisa morna e ingênua que vai ficando no caminho, que é escuro e frio, mas também bonito, porque é iluminado pela beleza do que aconteceu há minutos atrás.
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